20/07/2010

Feliz dia, amigos!



Amigo é aquela pessoa que o tempo não apaga,
que a distância não esquece,
que a maldade não destrói.
É um sentimento que vem de longe,
que ganha lugar no seu coração,
e você não substitui por nada.
É alguém que você sente presente,
mesmo quando está longe...
Que vem para o seu lado quando você está sozinho
e nunca nega um sentimento sincero.
Amigo não é coisa de um dia,
são atos, palavras e atitudes
que se solidificam com o tempo
e não se apagam mais.
Que ficam para sempre...
como tudo o que é feito com o coração aberto.

(Autor Desconhecido)

15/07/2010

VÍCIOS DE LINGUAGEM


Todo desvio das normas da língua culta que ocorre por desconhecimento dessas normas ou por descuido do emissor, constitui um vício de linguagem. Os principais vícios, conforme Paschoalin &; Spadoto, são: ambiguidade, barbarismo, cacófato, solecismo, tautologia ou pleonasmo vicioso.

AMBIGUIDADE- ocorre quando, por falta de clareza, há uma duplicidade do sentido da frase. Ex.: O chefe discutiu com o empregado e estragou seu dia.

BARBARISMO- ocorre quando há desvio na grafia, na flexão ou na pronúncia de uma palavra. Ex.: seje ( em vez de seja ) ; rúbrica (em vez de rubrica)

CACÓFATO- som desagradável provocado pela junção de duas ou mais palavras na cadeia da frase. Ex.: A boca dela era horrível.

SOLECISMO- são os desvíos na sintaxe. Ex.: Houveram eleições ( por houve eleições).

TAUTOLOGIA OU PLEONASMO VICIOSO- repetição inútil e desnecessária de significado em uma sentença. Ex.: Ele vai ser o protagonista principal da peça.

Fonte: Paschoalin & Spadoto. Gramática: FTD. 1989

12/07/2010

A revolta da vogal i

Soneto sobre a Língua portuguesa (Olavo Bilac )



Última flor do Lácio, inculta e bela,
És, a um tempo, esplendor e sepultura:
Ouro nativo, que na ganga impura
A bruta mina entre os cascalhos vela...

Amo-te assim, desconhecida e obscura,
Tuba de alto clangor, lira singela,
Que tens o trom e o silvo da procela
E o arrolo da saudade e da ternura!

Amo o teu viço agreste e o teu aroma
De virgens selvas e de oceano largo!
Amo-te, ó rude e doloroso idioma,

Em que da voz materna ouvi: "meu filho!"
E em que Camões chorou, no exílio amargo,
O gênio sem ventura e o amor sem brilho

29/06/2010

Para pensar


Paciência (Arnaldo Jabor)

Ah! Se vendessem paciência nas farmácias e supermercados... Muita gente iria gastar boa parte do salário nessa mercadoria tão rara hoje em dia.
Por muito pouco a madame que parece uma "lady" solta palavrões e berros que lembram as antigas "trabalhadoras do cais"... E o bem comportado executivo?
O "cavalheiro" se transforma numa "besta selvagem" no trânsito que ele mesmo ajuda a tumultuar...
Os filhos atrapalham, os idosos incomodam, a voz da vizinha é um tormento, o jeito do chefe é demais para sua cabeça, a esposa virou uma chata, o marido uma "mala sem alça". Aquela velha amiga uma "alça sem mala", o emprego uma tortura, a escola uma chatice.
O cinema se arrasta, o teatro nem pensar, até o passeio virou novela.
Outro dia, vi um jovem reclamando que o banco dele pela internet estava demorando a dar o saldo, eu me lembrei da fila dos bancos e balancei a cabeça, inconformado...
Vi uma moça abrindo um e-mail com um texto maravilhoso e ela deletou sem sequer ler o título, dizendo que era longo demais.
Pobres de nós, meninos e meninas sem paciência, sem tempo para a vida, sem tempo para Deus.
A paciência está em falta no mercado, e pelo jeito, a paciência sintética dos calmantes está cada vez mais em alta.
Pergunte para alguém, que você saiba que é "ansioso demais" onde ele quer chegar?
Qual é a finalidade de sua vida?
Surpreenda-se com a falta de metas, com o vago de sua resposta.
E você? Onde você quer chegar?
Está correndo tanto para quê?
Por quem?
Seu coração vai aguentar?
Se você morrer hoje de infarto agudo do miocárdio o mundo vai parar?
A empresa que você trabalha vai acabar?
As pessoas que você ama vão parar?
Será que você conseguiu ler até aqui?
Respire... Acalme-se...
O mundo está apenas na sua primeira volta e, com certeza, no final do dia
vai completar o seu giro ao redor do sol, com ou sem a sua paciência...

27/06/2010

Acordo Ortográfico de 1990


Unificando as duas ortografias(a portuguesa e a brasileira)
O Acordo Ortográfico de 1990, assinado em Lisboa por todos os países que integram a CPLP - Comunidade de Países de Língua Portuguesa (a saber: Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor Leste) já vigora no Brasil desde 1º de janeiro de 2009. Até 31 de dezembro de 2012 - período de transição - serão aceitas as duas formas de escrever: a antiga e a nova.
O referido Acordo visa a unificação da ortografia, ou seja, modifica a forma de grafar determinados vocábulos do idioma português, simplificando algumas regras de acentuação gráfica, sem, contudo, alterar a pronúncia das palavras.